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Dez Curiosidades sobre "Live a Little, Love a Little"

1. Mesmo desaconselhado pelo estúdio Elvis resolveu dirigir ele mesmo o pequeno Buggy de seu personagem. O diretor Norman Taurog disse que isso não daria certo pois queria cenas de velocidade ao que Elvis respondeu: "Você quer que eu corra? Pois então correrei na praia!".

2. Esse foi o último filme da carreira do diretor Norman Taurog, um cineasta que vinha acompanhando Elvis desde o começo de sua carreira em Hollywood. Ambos se deram muito bem nos filmes que fizeram juntos e por isso Elvis estava sempre sugerindo para a MGM e Paramount que ele fosse contratado novamente para lhe dirigir em cena. Norman Taurog morreria em 1981 aos 82 anos de idade.

3. A crítica afirmou que finalmente Elvis estava apresentando um material um pouco mais adulto, maduro, fugindo da velha fórmula de seus filmes para adolescentes. Um produtor chegou inclusive a sugerir que Elvis aparecesse na frente de um cinema onde estaria sendo exibido um filme pornográfico, mas o Coronel Parker vetou tal inclusão. Para o empresário de Elvis isso poderia lhe "manchar a imagem perante o público".

4. No roteiro Elvis teria que contracenar com um enorme cão, então ele sugeriu que levasse seu próprio cachorro de estimação para as filmagens, o corpulento Brutus. Para Elvis seria mais fácil contracenar com seu cão, pois ele já o conhecia há anos.

5. Durante as filmagens o filme recebeu o título de "Kiss My Firm, But Pliant Lips", nome do romance original escrito por Dan Greenburg que deu origem ao filme. Esse autor chegou inclusive a tentar a sorte como ator em Hollywood atuando no western "O Massacre dos Pistoleiros", mas as coisas não deram muito certo. Já como escritor ele anos depois tentaria o gênero dos filmes de terror alcançando certo sucesso com o filme "A Árvore da Maldição". Já na década de 1990 se tornaria conhecido por ter roteirizado a série de sucesso "Louco Por Você" onde ele finalmente retornou para o estilo mais romântico.

6. Vernon Presley, o pai de Elvis, fez uma pontinha no filme, como modelo numa série de fotos que são mostradas rapidamente durante uma cena. Priscilla tentou que Elvis também arranjasse uma outra participação especial para ela na produção já que ela queria começar uma carreira de atriz, mas Elvis não achou uma boa ideia. Contrariada, ela desistiu.

7. As filmagens foram feitas em locações de Los Angeles. Durante uma pausa de uma cena Elvis acabou caindo no chão quando várias fãs praticamente o atropelaram em busca de um autógrafo. Para sua sorte nada mais parecido com isso voltou a acontecer e as filmagens continuaram sem incidentes parecidos até o fim dos trabalhos.

8. Norman Taurog foi o cineasta que mais trabalhou ao lado de Elvis Presley durante sua carreira. Foram no total nove filmes juntos: Saudades de um Pracinha (1960), Feitiço Havaiano (1961), Garotas e Mais Garotas (1962), Loiras, Morenas e Ruivas (1963), Cavaleiro Romântico (1965), Minhas Três Noivas (1966), Canções e Confusões (1967), e O Bacana do Volante (1968).

9. As filmagens terminaram no dia 1 de maio de 1968, justamente no mesmo dia em que Elvis e Priscilla celebravam seu primeiro ano de casamento. Elvis a levou para jantar fora em Los Angeles, algo que ele raramente fazia. Assim houve dupla celebração, pelo aniversário de casamento e pelo fim dos trabalhos em seu novo filme que só iria estrear dentro de alguns meses.

10. Elvis alugou um cinema de Memphis para uma sessão privada com seus amigos e familiares. Ele queria conferir como o filme havia ficado. Para seu desapontamento acabou não gostando do resultado final. Achou que tudo ficou meio confuso, com um roteiro que acabou não lhe agradando. Sua má impressão fortaleceu ainda mais sua recente vontade de desistir de Hollywood para voltar aos shows ao vivo e às gravações de discos convencionais, como havia feito no começo de sua carreira nos anos 50.

Pablo Aluísio.

2 comentários:

  1. Eu vi ontem um documentário em que o Charlie Hodge dizia que que ele foi falar com o Elvis, já no final, e o Elvis se contorcia e esticava as mãos e o medico particular disse a ele, Charlie, que isso se devia a dor devido ao câncer que o Elvis tinha nos ossos. Eu tenho uma tendência a acreditar em tudo que esse Charlie fala do Elvis O cara era uma sombra do Elvis e inclusive o J D Summer fala que o Elvis dependia muito dele, Charlie, ate para lembrar letras de músicas. Pobre Elvis, se não morresse ia sofrer ainda mais.

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  2. A questão sobre o câncer de Elvis ainda levanta muitos debates. Existem duas teorias a respeito. A primeira diz que a informação é falsa. Teria sido inventada por Vernon Presley para descobrir quem estaria vazando informações de dentro do grupo para fora. Uma espécie de estratégia para desmascarar fofoqueiros e informantes dentro do círculo de Elvis. Outra diz que é verdade. A cantora Kathy Westmoreland afirma até hoje que o próprio Elvis, pessoalmente, lhe disse que estava com câncer. Como tudo foi encoberto por nuvens fica no ar a resposta sobre a verdade absoluta. Eu acredito que ele certamente estava doente.

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